À francesa

Essa viagem não foi a ideal, pois passamos pouquíssimo tempo em cada lugar (viagenzinhas curtinhas de bate-e-volta, já que estávamos hospedados pertinho de Toulon.   A casa saiu praticamente de grátis, pois aluguei através do trabalho). Assim, precisei sacrificar museus e outros lugares como algumas cidadezinhas charmosas. Fiz o que deu: fui, vi, senti, comi, amei!

Dia1: Sexta-feira. 3 e meia da matina: Partida

Saímos de carro. Mais ou menos às 5 horas entramos no ferry pra Alemanha, onde tomamos café da manhã. Depois de meia horinha no ferry, chegamos a Alemanha e tome estrada…

Na estrada

Na estrada

Às 6 da noite e depois de várias paradas no meio da estrada pra fazer xixi e comer uma baguette aqui outra ali, paramos na França para dormir, num lugarzinho no meio do nada chamado Dole. Ficamos num Formula 1, da rede Accor – bem baratinho e limpinho, mas sem banheiros nos quartos.

Dia seguinte cedinho continuamos a viagem e chegamos a Saint-Mandrier-Sur-Mer às 4 da tarde do sábado. Fomos fazer compras no Carrefour (que delícia!!!!!!! Quanta variedade de iogurtes, sobremesas e cereais!!!) e fizemos uma jantinha gostosa em casa.

Dia 3, domingo: Porquerolles

Fomos cedinho para Hyères, e de lá seguimos as plaquinhas para o Port Tour Fondue onde pegamos o barquinho pra Ilha de Porquerolles.

Porquerolles

Porquerolles

Que calor! Que lugar lindo! Praia azulzinha, maravilhosa!

Plage d´Argent, Porquerolles

Plage d´Argent, Porquerolles

Depois da praia subimos ao Forte Sainte-Agathe, de onde se tem uma linda vista da ilha e da baía. Comemos baguette, tomamos sorvete (tomei um de cassis, divino!), e de tardinha voltamos pra casa. Comemos num trailer pertinho de casa.

Vista do Forte Sainte-Agathe

Vista do Forte Sainte-Agathe

Dia 4, segunda: Saint-Tropez e Ramatuelle (Pampelonne)

Partimos para Saint-Tropez! Que delícia de cidadezinha! Além de chique, super tranquila, com ares de interior! Comi um filé de peixe com ratatouille de-li-ci-o-so, além de uma salada de chèvre-chaud de entrada que estava to die for!

Depois desse rango divino no Le Café, fomos ver os barcos no porto, cada iate! Quanta gente rica! O calor estava de rachar, então fomos pra praia de Pampelonne, onde chegamos às 4 da tarde mais ou menos. Pampelonne fica em Ramatuelle, no golfo de Saint-Tropez mas na verdade é um outro município ali do ladinho de Saint-Tropez, facinho de chegar de carro. Sol a pino!

Tiki Club, em Pampelonne

Tiki Club, em Pampelonne

Escolhemos uma prainha particular, a Tiki Club (http://www.youtube.com/watch?v=jss65-2wptI)  e nos esticamos por lá, tomamos um mojito dos deuses de tão bom, a água estava mais que perfeita e azulzinha… estava tão bom e aconchegante que ficamos por lá pra jantar também, comemos pizza (a minha era de 4 queijos, deliciosa!) e tomamos um bom vinho rosé da região! Tinha até música ao vivo e o serviço foi impecável.

Pampelonne Plage, Ramatuelle

Pampelonne Plage, Ramatuelle

Dia 5, terça: Nice e Saint-Paul-de-Vence

Era dia 1 de julho, nosso aniversário de 2 anos de casados! Saímos só nós dois dessa vez, rumo a Nice. Pegamos um busu pra estação em Toulon cedinho, pegamos lá o trem pra Nice e depois de 2 horas estávamos lá. Mais uma vez o calor estava de rachar, e dessa vez pudemos conferir: 37 graus às 12:45h! Escaldante!

Em Nice

Em Nice

Fizemos um tourzinho obrigatório, pela orla, pela cidade velha, mercadinho Cours Saleya onde comprei temperinhos e sachêzinhos de lavanda, subimos a pé até o castelo de onde se tem uma linda vista da cidade, do mar azul e do aeroporto e tomamos sorvete.

Cours Saleya

Cours Saleya

De tardinha (lá pelas 3 horas) pegamos um busu pra Saint-Paul-de-Vence, que é uma cidadezinha alta a 1 hora de ônibus de Nice. Para ir a Saint-Paul de busu, vá até a gare routière que fica coladinho na cidade velha, bem embaixo da colina do castelo, e pegue o ônibus linha 400 – Nice a Vence. Desça em Saint-Paul village.

Saint-Paul

Saint-Paul

É uma cidadezinha medieval muito charmosa, que transpira arte. Eu não poderia ter deixado de pisar ali – tinha ficado entre visitar Eze ou St. Paul, e essa última venceu :). Marc Chagall morou, morreu e foi enterrado ali (rodei o cemitério todinho 3 vezes mas não achei!!!), entre outros.

Chagall jaz a�, mas eu não vi

Chagall jaz aí, mas eu não vi

Opa! Ric, eu também vi! Eu vi! Eu também achei o filho perdido do Picasso! 😉

O filho perdido do Picasso...

O filho perdido do Picasso…

Depois de um passeio pela cidadezinha e muitas fotos tiradas, voltamos pra Nice, e fomos jantar no L’Arcchiado, um restaurantezinho super autêntico na “Velha Nice” (recomendado no meu guia do Sul da França), com um serviço genial, uma comida fantástica, uma excelente carta de vinhos (escolhemos rosé de novo!) e tudo isso por um precinho imperdível (total da nossa conta: 60 euros, com entrada, prato principal e vinho!). Recomendo altamente!

Velha Nice

Depois dissso fomos calmamente procurar nosso caminho de casa, mas surpresa! Não tem mais trens para Toulon depois das 9 da noite! Nos encaminhamos então para o Hotel Ibis que fica do ladinho da estação, pois estávamos exaustos e fedorentos!

Dia 6, quarta: Cannes

Acordamos cedo e assim que deixamos o hotel, senti falta do meu bem mais precioso naquele momento: minha câmera! Minha Canon A75 comprada há 4 anos com meu suado dinheirinho…. e pior: cheinha de fotos de Saint-Tropez, Nice e Saint-Paul! Procurei na estação, no restaurante, no hotel… perguntei a uns policiais onde poderia registrar queixa… mas acabei me resignando e pegamos o trem para Cannes. Tentei nem pensar mais nela e nem nas lindas fotos que eu tinha tirado com ela. Detalhe que em Saint-Tropez o Jan não levou a câmera dele, resultado: não temos fotos em Saint-Tropez 😦

Cannes

Cannes

O trem de Nice leva uns 20 minutinhos até Cannes, passando por Antibes (que eu queria ter visitado, mas não deu). Em Cannes fomos nas Galeries Lafayette comprar umas roupas porque estávamos com as roupas fedorentas e suadas do dia anterior, encontramos nossos amigos de novo, fizemos um tour básico, pela velha Cannes, subimos na colina onde fica uma igreja linda, de onde se tinha uma bela vista da cidade, comemos um almocinho básico numa calçada na Rue d’Antibes, chiquérrima e movimentadérrima! Tiramos foto na escadaria de tapete vermelho do Palais des Festivals et des Congrès, onde acontece o Festival de Cannes. Depois fomos pra praia. Ficamos numa praia pública dessa vez, mas quando entramos na água vimos um toletão de cocô boiando e corremos pra prainha particular do Hotel Carlton, o ponto mais chique da cidade! Ficamos ali dando mole pros paparazzi mas parece que não fizemos muito sucesso. Ficamos na praia até o sol se pôr, daí pegamos a estrada de novo e fomos parar pra jantar em Fréjus, no meio do caminho pra casa. Fréjus é uma gracinha, mas não fomos felizes na escolha do restaurante. Uma comidinha muito da sem-gosto!

Fréjus

Fréjus

Dia 7, quinta: Marseille e Cassis (Les Calanques)

Exatamente nesse dia, eis que o céu amanhece nublado e ventava tanto que parecia que a gente ia voar! Nossos planos eram ir pras Calanques cedinho, visitar umas 3 de barco (mais que isso ficaria chato e perderíamos tempo em Marseille) e de lá ir pra Marseille. É possível visitar até umas 9 calanques. Tem barcos que fazem 3 calanques (45 minutos), 5 (1 hora) 8 (1 hora e meia) e por aí vai.

Chegando nas Calanques, Port-Miou

Chegando nas Calanques, Port-Miou

Pelo que eu tinha lido, deveríamos chegar em Cassis e ir para o Port Miou. Acho que entendi tudo errado, pois chegando no Port Miou (tivemos que parar o carro longe e ir andando um bocado), não vimos nada que se parecesse com barcos turísticos saindo cheios de gente… Fomos seguindo (subindo) pelo caminhozinho destinado a pessoas que fazem o percurso a pé. Lá de cima tivemos uma linda vista, mas estávamos encasquetados com os barquinhos turísticos. Dali pudemos ver uma plaquinha indicando: Calanque En Vau: 1h20min de caminhada. Isso não é nada, mas por algum misterioso motivo não quisemos continuar e descemos de volta. Pegamos o carro e fomos procurar o porto de Cassis, de onde saem os barcos turísticos.

Port-Miou

Do alto: Port-Miou

Lá comemos uma baguette (meu Deus, como comemos baguette nessa viagem!!!) e pegamos o barquinho. Que erro!!!! Como ventava muito, o mar estava agitadíssimo e depois de 5 minutos mar adentro eu já estava em verdadeiro pânico com as ondas! Não curti nadinha, morrendo de medo! Visitamos Port Miou, Port Pin e En Vau, a mais bonita e célebre das Calanques, mas foi uma droga e me arrependi amargamente de não ter feito o trajeto a pé: nem era tão longo assim, teríamos tido uma visão muito mais bonita do alto, e teríamos evitado os enjôos e o pânico do passeio de barco. Assim eu recomendo: faça o percurso a pé! Leve água, sapatos e roupas confortáveis, comece de Port Miou e aproveite a vista!

Pânico no mar, Cassis

Pânico no mar, Cassis

Dali fomos então pra Marseille. A primeira impressão não foi das melhores: caos no trânsito, todo mundo businando, e o calor infernal (o tempo melhorou de uma hora pra outra, e o sol voltou a brilhar!)… fomos direto pro porto, compramos o ticket para visitar o Château d’If, a prisão numa ilha onde se passa parte da história do Conde de Monte Cristo. Olha, estou pra dizer que foi o ponto alto da nossa viagem toda. Eu AMEI estar ali. Além do visual ser lindíssimo, o que conta muito pra mim, já era fim de tarde e havia praticamente ninguém além de nós. Então estava aquele clima super sereno, tranquilo, e aquele castelo lindíssimo que tem tantas histórias e tantos mistérios… Foi lindo, lindo!

Château d´If

Château d´If

De dentro da prisão

De dentro da prisão

Marseille, Vieux Port

Marseille, Vieux Port

De volta à terra firme, fomos bater perna mais um pouquinho e tirar mais umas fotos e nos dirigimos para nosso restaurante escolhido, o Les Galinettes (Chez Madie), também recomendado no meu guia. O plano era comer uma bouillabaisse, prato típico de Marseille, mas pra nosso azar os pescadores estavam de greve e teria sido necessário fazer o pedido com 3 dias de antecedência! http://www.lonelyplanet.com/worldguide/france/marseille/where-to-eat/21164?list=true

Les Galinettes, quai du Port

Les Galinettes, quai du Port

Normalmente recomenda-se fazer o pedido da bouillabaisse pelo menos com um dia de antecedência. Decepção superada, pedi um prato à moda da casa chamado Les Galinettes à provençale. Estava uma delícia! Uns filezinhos de peixe com legumes cozidos. O Jan pediu uma sopa de peixe que veio com um negócio delicioso chamado maionese provençal, com um gosto maravilhoso de alho, que comemos junto com o pão perfeito que nos foi servido o tempo todo (dá pra literalmente se entupir de pão!!!). Dessa vez tomamos vinho branco, for a change. A hostess (Madie) foi uma querida e tudo nesse restaurante é impecável. A sobremesa foi um cheesecake indescritível com uma cobertura de doce de figo…. socorro!!! Queria lamber o prato!

Total da conta (o casal), com vinho, sobremesa e tudo mais: cerca de 75 euros.

Chegamos em casa lá pela meia-noite, super cansados.

Dia 8, sexta: Seyne-Sur-Mer

Nesse dia não tínhamos planejado nada, só relaxar na praia pertinho de casa. Acordamos tarde, fomos pra praia linda que ficava a uma meia hora de caminhada pelas pedras da nossa casa. Que praia linda e azulzinha! E o sol? E o calor? Delícia! Comemos baguette de novo no almoço, seguida de um sorvete caseiro delicioso – pedi de figo e de cassis, fabulosos!!! No fim da tarde voltamos pra casa, tomamos banho, fomos no supermercado, jantamos em casa, tomamos champagne, e fomos dormir felizes depois de uma semana maravilhosa 🙂

Praia em Seyne-Sur-Mer

Praia em Seyne-Sur-Mer

Dia 9, sábado:

Pegamos a estrada lá pelas 11 da manhã e só paramos depois das 8 da noite, em Strasbourg, na Alsácia, norte da França. Cidadezinha super charmosa! jantamos um sanduba caprichado no Hippopotamus e dormimos no Hotel Ibis.

Dia 10, domingo:

Seguimos viagem e chegamos em casa só às 8 da noite! Exaustos! Agora é hora de organizar as fotos.

p.s.1. Impressão geral: Numa próxima vez eu dispensaria Cannes. Achei que valeu, assim, pra ir uma vez, ver, tirar foto e dar tchau. Não teve nada que me fez querer voltar lá… como todas as outras!

p.s.2. Praias: A praia de Cannes tem areia fina mas eu honestamente não achei nada demais. Além de ter visto o cocôzão na água, a praia em Nice (apesar de ser de pedregulhos) é beeeem mais azulzinha e bonita!

p.s.3. A época – finzinho de junho, início de julho – foi perfeita: calorrrr, poucos turistas, nenhum engarrafamento!

Gostaram da viagem? 🙂

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Sobre Flavia

Uma brasileira que saiu do Brasil à francesa em 2003 e nunca mais voltou
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10 respostas para À francesa

  1. aturistaacidental disse:

    Oi, Flavia! Que delícia de viagem! De novo, vai servir de inspiração para a minha, já que vou estar no sul da França antes de ir para a Grécia. Eu espero que ainda esteja um pouco quente em setembro, pois vai ser difícil resistir a essa água… 😉

  2. afrancesa disse:

    Oi Emilia! Não se preocupe que o Mediterrâneo está maravilhoso em setembro: mar quente, poucos turistas, clima perfeito com pouquíssima possibilidade de chuva. 🙂

    Vou aguardar ansiosamente seu relato!

  3. Suzana disse:

    Oii…boom, na verdade entrei no seu site pelas belas imagens..pelo visto foi uma viagem e tanto ! Também tenho vontade de viajar e conhecer lugares como esses 😉 O que mais me chamou atenção mesmo foi o castelo do filme O Conde de Monte Cristo.Até porque esse é o meu filme PREDILETO ! Pra mim esse filme é incomparável aos demais..enfim, a emoção deve ter sido grande ao ver esse castelo.. tudo di bom pra vcs ! =* foi um prazer ! =)

  4. afrancesa disse:

    Oi Suzana, espero que você possa mesmo um dia visitar Marseille e a prisão do Conde de Monte Cristo, vale muito a pena! Obrigada pela visita!

  5. deia quintino disse:

    Flavia, adorei seu blog…especialmente a frase “viajar é viver”. Comungo desta premissa, brinco que levo a vida profissional com o planejamento de gastar as “pratas” consumindo “pratos saborosos de vistas por aí”. Não sou uma jornalista de viagens que tem sua vida paga pela revista para explorar lugares indescritíveis ( próxima encadernação serei…nesta não dá mais, mas vou fazer um blog…rs!). Já fiz boas viagens, grande parte dela postada aqui por vcs. Sinal de que temos um gosto parecido. Adorei revisitar lugares já vistos e animei a fazer um blog, em virtude te tanta dica super que vc deixa aqui…falo especialmente da Grécia, nosso próximo destino e ainda mais aliciado pelas suas sugestões.
    Menina…amei as dicas, seu blog está nos meus favoritos. Para que vc me conhece um pouco também seguem os meus…Breve vou te “copiar” e animar a dar dicas a outrens que precisem ( assim como nós deleitamos com as suas…rs). Obrigada querida!!!!
    Meus blogs – lá tem viagem – algumas e poesias:
    http://www.flickr.com/photos/deiaquintino
    http://www.deiaquintino.blogspot.com

    Sugestão: faça um flickr e poste suas fotos pra gente ver também…..rs!
    E volto sempre….rs (deia)

  6. Gil Melo disse:

    Ai que delícia!!
    Cada prato delicioso!!1
    Me deu uma fome!!!
    Cada lugar lindooooooooo!!!

  7. Raquel disse:

    Humm tb amei os pratos, deu agua na boca!! Flavia, eu e meu noivo vamos passar a lua de mel em paris e percorrer o sul da frança só que em fevereiro… O que vc me indicaria pra fazer la o inverno? Compensa ir para o sul da frança ? Obrigada e parabéns pelo blog!

    • Flavia disse:

      Raquel, imagino que a resposta esteja chegando mais que atrasada. se você foi pra Franca na sua lua de mel, adoraria ouvir seu relato.

      Eu não combinaria Paris e Sul da Franca numa mesma viagem, a não ser que você tenha bastante tempo! Paris sozinha exige pelo menos uma semana. Nice, em fevereiro, não dá praia, então 3-4 dias já está mais que suficiente. Marseille também requer uns 3-4 dias. Se ficar 4 dias em Nice ou Marseille, pode aproveitar um dia inteiro pra um passeio de bate-e-volta fora da cidade (como o que eu fiz a Saint-Paul-de-Vence, mas não tive o dia inteiro e me arrependo).

      Pra combinar com Paris, fica mais prático (e romântico) combinar com os castelos de la Loire ou o Mont Saint-Michel.

  8. Gil Melo disse:

    Gente, estou planejando minha viagem a franca há muito tempo, mas eu queria ir numa época quente, para aproveitar as praias do sul da Franca. A questao é que eu achei uma passagem com um desconto incrível Rio- Paris na cupom.comem outubro. Alguém sabe me dizer se nessa época dá para aproveitar as praias ou já está frio demais? Por favor, preciso de dicas nesse sentido.

    • Flavia disse:

      Resposta chegando atrasadíssima… essa pergunta foi feita exatamente UM dia antes do meu filho nascer, espero que eu esteja perdoada e que a resposta sirva pra outras pessoas.

      Outubro no sul da Europa vale a pena sim, mas não dá pra esperar praia. O resto, tranquilo – claro que como não vai estar calor, é obrigatório levar roupas de inverno, mas inverno tranquilo. As temperaturas devem ficar em torno dos 15 graus e há grandes chances do mês de outubro ser ensolarado 🙂

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