Minha saga: do sofá à meia-maratona

Posso dizer que eu corro há uns 10 anos.

Tudo começou aos poucos, claro. De tímidos passinhos na esteira da academia, para um jogging mais ousadinho, até as corridas de 5km, depois de 10, 15 e 21km, muita coisa aconteceu.

Corri minha primeira meia-maratona há 2 anos. Antes dela, tinha corrido uma única vez 15km – e antes desses 15, eu tinha algumas corridas de 10km no currículo. O treino semanal não seguia disciplina alguma, e eu corria basicamente 5-7km cerca de 2 vezes por semana.

Meus tempos não eram nada impressionantes: eu fazia 5km em cerca de 32 minutos, às vezes até mais; 10km eram sempre por volta de 1h05m, e minha corrida de 15km antes da primeira meia-maratona tinha durado 1h41m.

Então há dois anos aconteceu minha primeira meia-maratona. Eu dei conta! Não caminhei, não parei, e cruzei a linha de chegada após 2h23m. Depois de 15km eu já estava em frangalhos. Foi uma luta suada, e eu posso dizer que venci. A atmosfera nas ruas de Copenhague era ótima e muito favorável, com torcedores e entretenimento ao longo de todo o percurso. Mas eu diminuí e em muito a minha velocidade à medida em que as minhas forças foram se esvaindo. De uma média de 6m30s por quilômetro, eu encerrei a corrida fazendo quase 8m por quilômetro.

Isso sem mencionar as dores pelo corpo todo depois da corrida. Se eu me sentasse, mal conseguia me levantar, de tanta dor na coluna e nas pernas.

Cerca de 6 meses depois dessa experiência, veio minha segunda meia. A diferença dessa para a primeira foi que eu agora já sabia o que esperar. Sabia o que vinha pela frente depois dos primeiros 15km. Não treinei de forma disciplinada, mas já vinha acumulando mais quilômetros por semana desde a primeira vez, e esse fato combinado com um lindo percurso me ajudaram a diminuir meu tempo e fechar a prova em 2h19m.

Mais seis meses e lá veio minha terceira meia. Minha meta era terminar em 2h15m, mas mais uma vez, não treinei para isso, e depois dos 15km tive que diminuir meu ritmo consideravelmente, e terminei a corrida em 2h18m.

Isso foi há exatamente um ano. Eu estava com 10kg a mais, e decidi que tentaria de novo em 6 meses (maio desse ano) – e que dessa vez certamente conseguiria terminar em 2h15m!

Comecei a treinar sério – era setembro de 2015. Assumi um compromisso de verdade comigo mesma, e juro que meu peso não entrou no contrato. Eu só queria ser mais rápida. Eu queria atingir minha meta. Eu queria me orgulhar de mim mesma. Eu queria vencer um desafio.

Os treinos incluíam correr pelo menos 3 vezes na semana. Uma corrida curta, uma mais longa no meio da semana e nos findis uma corrida longa. No início, corrida longa para mim era 10km. Eu começava na terça feira por exemplo, com 5km, depois 7-8km na quinta, e no sábado 10km.

Isso significava correr em qualquer situação climática! A partir de outubro as noites já eram super escuras, e em dezembro não apenas escuras, mas geladas. Eu não tinha escolha. Eu trabalho durante o dia, busco os filhos na creche/escola, não tenho empregada ou babá. Só posso sair pra correr quando eles já estão na cama. É correr ou correr.

Muitas vezes só conseguia sair pra correr às 9 da noite…. voltava cansada, gelada, às vezes molhada da chuva ou neve. Em muitos trechos o breu era tão grande que eu tinha medo de pisar num buraco (já resolvi esse ‘problema’ e comprei uma lanterninha de corrida, que a gente usa na testa).

Os meses foram passando e eu comecei a ver a recompensa do treino : as pessoas comecaram a notar, antes de mim mesma, que eu estava perdendo peso! Os elogios foram chovendo na minha horta. Isso me dava ainda mais motivação pra sair de noite pra correr, quando o cansaço e muitas vezes a preguiça mesmo, quase venciam.

Em maio de 2016 chegou a meia-maratona que mudaria a minha história! Eu estava correndo sempre entre 17-19 km aos fins de semana, e no último teste tinha feito 19km em cerca de 1h55m. Eu confiava que, se me dedicasse e encarasse como desafio, ia me superar e terminar a corrida em 2 horas! Não 2h15m como era meu plano inicial – mas em 2 horas! Parecia surreal – mas não era mais um sonho distante!

O dia da corrida chegou e estava perfeito… fui com uma colega do trabalho. A temperatura estava em torno de 15 graus e o céu estava meio nublado, mas o sol aparecia às vezes. Quando comecei a correr, me veio um misto de emoção, medo, apreensão, tudo aquilo que só quem corre sabe explicar🙂 Me juntei aos pacers de 2h05m e lá fomos nós.

Pra mim, os 3-4 primeiros quilômetros são sempre os mais difíceis. O corpo ainda está frio, o pulso aumenta de uma vez, e você começa a suar. Por volta dos 5km o corpo já entrou num ritmo gostoso, você já encontrou seu passo, o corpo está aquecido, daí é mais ou menos colocar no piloto automático.

Eu senti logo nos primeiros quilômetros, que eu estava desenvolvendo uma velocidade interessante, e que eu conseguiria manter ao longo de toda a corrida. Mas não demorou muito e eu senti que o ritmo estava lento, e que eu certamente conseguiria dar uma acelerada. Saí ultrapassando outros corredores, uma delícia de sensação, e melhor ainda, deixei os pacers de 2h05m pra trás.

Fui vendo as placas anunciando a distância já percorrida: 5km….. 10km…. 15km. Hora da verdade. Era ali que anteriormente eu tinha sentido o peso da quilometragem me forçar a diminuir o ritmo. Mas não dessa vez! Continuei no meu ritmo constante, e segui em frente!

18, 19km. Um jato de adrenalina inundou meu coração e eu senti que poderia dar uma acelerada até o fim. Faltando 100 metros pra linha de chegada peguei uma garrafinha de água com alguém da organização e joguei na cabeça, tomei um banho que lavou a minha alma. Eu sabia que estaria quebrando meu recorde pessoal em 100 metros.

Quando cruzei a linha de chegada, fui recebida pelo meu marido – que me fez uma surpresa, eu não sabia que ele estaria ali – e a minha amiga que foi comigo (e acabou antes de mim). Ali me entreguei ao cansaço e à euforia, e corri pra entrar no app da organização e descobrir meu tempo oficial!

Quando ele finalmente ficou disponível, mal pude me conter – tempo oficial: 2h00m49s!!!!!

Era muito melhor do que eu tinha imaginado. Aqueles 49 segundinhos quase me irritaram, mas gente – eu tinha melhorado 18 minutos em 6 meses! 18 minutos e 10 quilos a menos no meu currículo!

Agora o sonho e o próximo objetivo já estavam claros e muito palpáveis – mais 6 meses de treino e disciplina, e eu terminaria a próxima meia-maratona de Copenhague, em setembro de 2016,  abaixo de 2 horas.

Segui treinando pela primavera e pelo verão europeu. Eu sabia que seria difícil. Que eu teria que correr no meu limite. Que uma coisa era manter o ritmo acelerado durante 5km…. outra bem diferente, era me manter abaixo de 5m40s por quilômetro durante todos os 21,1km da corrida.

O dia da meia chegou e lá fui eu! A meia mais animada e bem organizada de que já participei ou ouvi falar! Clima de festa e 22 mil corredores se aquecendo, familiares, amigos e demais entusiastas com buzinas, confetti, faixas, enfim. Muita música animada, e lá vamos nós!

Fui seguindo os pacers de 2h00m pelos primeiros 11 quilômetros. Passamos por diversas zonas de diferentes músicas: banda de rock, dj’s, trio elétrico (de música eletrônica rs), coral, até samba. De repente uma visão que me encheu de adrenalina e energia… uma pessoa da torcida agitando a bandeira brasileira! Era como se eu tivesse precisando daquela motivação. Respirei fundo, dei tchau pros pacers de 2 horas e disparei na frente deles.

Vez ou outra eu dava uma olhadinha, pra confirmar que os balõezinhos amarelos dos pacers tinha realmente ficado  pra trás. Eu sentia que estava dando o melhor de mim naquela corrida, e que eu teria forças pra manter o ritmo até o fim. Isso não significava que seria menos extenuante. Eu estava cansada. Mas determinada!

Quando avistei a placa sinalizando 21km, me emocionei e não quis nem saber o que os outros poderiam pensar. Comecei a gritar: Linha de chegada! Tá chegando! Minha respiração estava tão ofegante que uma mulher um pouco à minha frente se virou pra mim e disse: Você consegue! Vamos lá! Tive a maior vontade de abraçá-la, mas acho que ela teria achado estranho😛

Quando cruzei a linha de chegada, com os braços pra cima que nem jogador de futebol, só pensava em beber muita água e receber minha medalha. Eu nem pensava em conferir meu tempo oficial, porque eu sabia que tinha quebrado meu record🙂🙂🙂 Quando encontrei meu marido (que também participou da corrida), foi ele que me deu a notícia:

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Comendo (bem) em Copenhague

Atualizado: 06/08/2015

Pegando carona no comentário da Rita, resolvi que é chegada a hora de falar um pouquinho sobre as opções de alimentação em Copenhague. Se tem algo que me irrita, é pagar um monte de dinheiro pra comer mal, em ciladas turísticas.

Seguindo esse mini guia, duvido que você caia em alguma furada!

Copenhague tem 3 centrões de alimentação, que são aglomerados de restaurantes no mesmo local: Kødbyen, Copenhagen Street Food e Torvehallerne.

Torvehallerne, gourmet

O “Torvehallerne”, que consiste em dois galpões cheios de ‘stands’ das mais variadas comidas, é um lugar pra se passar o dia inteirinho! Lá dentro você encontra delícias dinamarquesas, francesas, italianas, espanholas, etc; de sandubas (‘Smag’) a marmitinhas com bolinhos de carne, fish&chips, ‘bife al pan’ argentino (‘Tango Bar’), sushi, pizza (‘Gorms’), cava (‘Cava Bar’), sucos e smoothies fresquinhos e orgânicos, comida ‘paleo’ sem farinha (‘Paleo’), enfim – Torvehallerne tem de um tudo e TUDO é delicioso.

Comece com um café da manhã no ‘Granny’s House’, onde o menu com café, pão com manteiga, geléia, queijo e presunto, mais um pão doce (Danish Pastry) custa 70 coroas.

O Torvehallerne fica coladinho na estação do metrô em Nørreport, centrão de Copenhague.

Kødbyen, mais gourmet

As posibilidades são muitas, desde pizza (‘Mother’), comida orgânica (‘Bio Mio’) até cozinha internacional mais refinada (‘Gorilla’s’). Explore e escolha – praticamente não há chance de cair numa furada.

Copenhagen Street Food‘budget’

Não perca tempo comprando no ‘Brasa’, o representante ‘brasileiro’ do local. De brasileiro não tem nada. Procure o trailer mais exótico que você conseguir encontrar e se jogue! Os cachorro-quentes gourmet são divinos, o ‘Fat Burger’ é gostoso, fish&chips também, mas eu iria no colombiano (vegetariano), no coreano ou no cuscus marroquino!

Outras opções na cidade

  • Uma deliciosa opção de almoço típico dinamarquês é o Schønnemann pertinho de Nørreport também, reserva recomendada. Ali são servidos os deliciosos sanduíches abertos no pão de centeio (mas você pode pedir pelo pão branco se preferir). Atendimento ótimo, precinhos um pouquinho salgados mas vale cada centavo 🙂
  • se você curte sushi, a opção é o Hatoba, perto da estação de metrô em Kongens Nytorv; ou qualquer um dos restaurantes do Sticks ‘n Sushi espalhados pela cidade;
  • se o negócio for pizza, tente o Gorm’s em frente ao Nyhavn, ou no Torvehallerne;
  • para hamburguers procure um dos Halifax pela cidade;
  • se quiser uma coisa mais nórdica / internacional / gourmet, procure o Madklubben na Vesterbrogade.
  • Para café da manhã, além do Granny’s House que fica no Torvehallerne, há duas redes de padaria que eu adoro e recomendo muito: a Lagkagehuset e a Emmery’s, em ambas você pode encontrar muito mais do que um delicioso morgenmad (‘café da manhã’ em dinamarquês), como bolos, sanduíches perfeitos pra um almoço rápido (ninguém precisa ir pra McDonald’s ou similares, por Deus!) e aquele cafezinho amigo de toda hora.
  • Quer uma sobremesa? Duas opções deliciosas são a Paradis Is, que vende sorvetes artesanais e tem pontos pela cidade inteirinha (fechada no inverno); e a La Glace, casa tradicionalíssima de tortas indescritíveis de tão perfeitas. A La Glace fica bem no meio da famosa rua dos pedestres, a Strøget.

Para mais dicas, visite (em inglês): Tudo Sobre Copenhague🙂

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Comendo em Copenhague: Jensens Bøfhus

Esse foi provavelmente o primeiro restaurante onde eu comi em Copenhague, quando aqui cheguei em 2004. A promessa: um bife rápido, servido com uma saladinha básica e batatas fritas, a um precinho muitíssimo camarada (menos de 100 coroas). Não vou negar que comi lá outras vezes depois dessa primeira, e confesso que comi feliz e satisfeita.

Talvez eu tenha ficado mais exigente, talvez o restaurante tenha mesmo piorado o nível da comida e do atendimento, talvez as duas coisas. A última vez em que estive no Jensens (é uma rede enorme, com diversos restaurantes em toda a Dinamarca) foi há uns 7 anos. E a experiência foi tão ruim que eu pensei comigo mesma, eu não mereço – e nem tenho tempo pra perder com esse tipo de serviço!

Depois disso, passei a pesquisar sobre lugares legais e com precinhos camaradas pra se comer em Copenhague, e o resultado dessa pesquisa e de anos de teste vocês verão publicados aqui em breve (sei que já prometi isso antes, rs)

Mas por que resolvi falar do Jensens hoje?

Primeiro porque o Jensens está no olho do furacão desde a semana passada, com a notícia de que a rede venceu uma briga na justiça contra uma pequena peixaria que fica a centenas de quilômetros da capital, em Frederikshavn (norte da Jutlândia), pelo direito de usar o nome “Jensen”. O problema é que Jensen (assim como Hansen, Nielsen, e todos os outros sobrenomes terminados em -sen) é um dos nomes mais comuns do país, com milhares de pessoas sendo batizadas todos os dias com Jensen no documento. A peixariazinha em questão, um pequeno restaurante familiar que nem de longe ameaça a soberania da rede de bife (primeiro pelo tamanho e localização geográfica, segundo pelo tipo de comida que serve), foi condenada a pagar cerca de 200 mil coroas (pouco menos de cem mil reais) além de perder o direito de usar o nome Jensen (que certamente é o sobrenome do dono, assim como de outros milhares dinamarqueses).

A sociedade se doeu e tomou partido da peixaria, se organizou em um grupo no Facebook e agora milhares de pessoas estão detonando o Jensens (o do bife) e defendendo o Jensen (do peixe🙂 ) pela internet a fora, principalmente no Facebook e no Trustpilot, que é onde eu trabalho.

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O outro motivo de eu ter resolvido postar sobre esse evento é para alertar os turistas que pensam em vir pra Dinamarca. Não recomendo o Jensens (e não é por motivos políticos). A comida é ruinzinha, o atendimento é péssimo e o cliente nunca tem razão. Pelo mesmo dinheiro, dá pra comer beeeem melhor em outros lugares. Aguardem, eu volto com as dicas quentes.

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Por dentro da História de Copenhague

Ontem, eu e uns colegas do trabalho fizemos um passeio muito legal pela Pilestræde (a rua onde eu trabalho, bem no centro de Copenhague) acompanhados pelo Torben, um historiador que adora contar histórias obscuras e pouco conhecidas sobre a cidade.

Torben e sua "WeirdWalk"

Torben e sua “WeirdWalk”

Caminhando por essa rua, fomos guiados por Torben a olhar para cima, para o alto dos prédios, e imaginar a vida e o que acontecia por ali há 300, 400 anos.

O assunto abordado é tão variado quanto arquitetura, pessoas, profissões, datas – claro – e até fofocas históricas. 

Os tetos de Copenhague

Os tetos de Copenhague

 

Prédios que datam dos séculos 17, 18, 19…. e histórias das pessoas que viveram lá.

 

Rua estreita muito comum na Copenhague antiga


Rua estreita muito comum na Copenhague antiga

 

Casas que podem ser visitadas nos dias de hoje, desde que as mulheres não estejam de salto alto – os antiquíssimos pisos de madeira correm o risco de serem danificados.

 

Lindo!


Lindo!

 

Acabei a noite e o passeio mais bem informada e muito mais curiosa sobre a história dessa belíssima capital🙂

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Barcelona com as amigas

Com as amigas em Barna

Com as amigas em Barna

Aêêêêêê! Demorou, mas saiu! Ei-lo, meu relato da viagem a Barcelona🙂

Em maio, eu e mais 5 amigas fomos passar 6 dias (5 noites) em Barcelona. Foi a minha primeira vez na Espanha e eu tinha certeza que ia amar, não poderia ser diferente né?

Passei 15 meses planejando, pesquisando hotéis, localizacão, onde comer, o que comer, o que fazer, o que ver… como se locomover etc. e tal. E todo o planejamento valeu – a viagem foi perfeita em termos de companhia e aproveitamento! O objetivo da nossa viagem era um lugar quente, com um certo agito, com uma boa culinária e de preferência com praia. Barcelona tem tudo isso e muito mais.

Hospedagem

Optamos por alugar um apartamento, o que saiu bem mais barato e bem mais íntimo e exclusivo. Encontramos um apêzão pelo Rent4Days (super recomendado), bem no meio da Passeig de Gràcia, no bairro do Eixample, quase em frente da Casa Batlò. Lá chegamos ao meio-dia de uma segunda feira ensolarada e quente. Como moramos na Dinamarca, estávamos meio que desesperadas por sol – então não tinha melhor lugar pra ir do que pra praia🙂

Barceloneta

Colocamos nossas pernocas de fora e fomos pra Barceloneta. A caminhada foi um pouquinho longa, passando pelas Ramblas, mas íamos conversando e olhando tudo, curtindo todas as novidades, principalmente a novidade de não ter hora pra voltar pra casa, não ter janta pra fazer, não ter filho pra buscar na creche. Todas nós temos filhos pequenos, que ficaram em casa com os respectivos papais.

Caminhada pra Barceloneta

Caminhada pra Barceloneta

Chegando na Barceloneta, comemos uns sanduichinhos e bebemos uma sangria maravilhosa no Buenas Migas – estávamos famintas e adoramos a escolha do local para uma comidinha rápida. Recomendado!

A praia da Barceloneta tem um clima incrível, uma alegria contagiante, um super astral mesmo! Alugamos espreguicadeiras e ficamos lá que nem crocodilo na beira do rio, absorvendo vitamina D. Enquanto estávamos lá esticadas, diversas pessoas conversaram com a gente: o alugador das cadeiras, o garcon do barzinho, as tailandesas massagistas… uma onda. Era maio e o calor ainda não estava suficiente pra gente animar de entrar na água, mas eu fui lá e molhei meus pezinhos.

Ao entardecer, caminhamos por todo Passeig de Joan de Borbó, tomamos sorvete, e às 8 horas tínhamos mesa reservada no Nass Restaurant.

Avaliacão geral do Nass: bom atendimento, comida gostosa, mas ficamos meio decepcionadas porque alguns itens do menu estavam “em falta”. Coisa chata é você escolher um prato do menu e ouvir que “ah, esse não temos no momento”. E o que tinha, era limitado – por exemplo, algumas de nós pedimos um prato e ouvimos “só temos mais 2 desses”, resultado, as outras tiveram que achar outra coisa pra comer. E a mesma coisa aconteceu com a sobremesa – não tinha suficiente, tivemos que dividir. Chato, né?

Eixample e o Modernismo de Gaudí

Acordamos cedo e fomos pro Parc Güell, arquitetado pelo gênio do modernismo Gaudí. Tínhamos comprado o ingresso pela net, recomendo muitíssimo – economizamos tanto tempo de filas! Fomos de metrô e subimos a escadaria toda, mas valeu a pena.

Parc Güell

Parc Güell

O Parc Güell é uma coisa linda de se ver e sentir. A mistura de cores e formas é alucinante, dá vontade de ficar lá o dia todo. Eu pensei em todos os filmes que já vi e que usaram esse parque como cenário: O Albergue Espanhol (um favorito!), Vicky, Cristina, Barcelona, etc.

De lá batemos perna até a Sagrada Família e por várias ruelinhas do Eixample. Muitas lojinhas, cafés, muita vida🙂 Não entramos na Sagrada Familia dessa vez, fica pra próxima.

Sagrada Família

Sagrada Família

Almocamos no Tapas 24, que ficava do ladinho do nosso apê. Definitivamente as melhores tapas que comemos durante nossa estadia e é esse restaurante que eu recomendo se você estiver no Eixample.

Tapas 24

Tapas 24

Cansou de tapas? Passe no 9Reinas. Restaurante argentino onde comemos a melhor carne do século, com um vinho dos deuses e um atendimento impecável, absolutamente maravilhoso, o gerente Emiliano foi um SUPER host. Inesquecível, voltaremos!

No último dia fomos ver a Casa Batlló. Que espetáculo! A visita comeca com um guia audio-visual que vai explicando cada cômodo da casa e contando uma história sobre ele. Maravilhoso, fiquei emocionada em vários trechos. Como era nossa primeira vez em Barcelona, não dava pra fazer/ver tudo, então tivemos que escolher entre algumas atracões – assim, entre a La Pedrera (Casa Milá) e a Casa Batlló, ficamos com essa última.

Não deixe de comprar os ingressos pela internet, com antecedência.

Casa Batlló

Casa Batlló

O Eixample é um excelente local para compras: tem moda (Zara, Mango, etc), esportes (Nike Store, FC Barcelona Official store), design, enfim, de tudo um pouco. Você vai sair de lá chei@ de sacolas!

Montjuic

Planejamos passar cada dia em uma região diferente, pra evitar grandes deslocamentos o tempo todo. Também enxugamos bastante o número de atracões a serem visitadas, pra evitar correria e pressa, justamente tudo que a gente tinha deixado em casa.

Então a quarta feira foi o dia de Montjuic. Pegamos o metrô cedinho e descemos na estacão Paral.lel, e de lá pegamos o funicular até a base do morro, onde pegamos o teleférico pro Castelo.

Monument a la Sardana

Monument a la Sardana

Lá em cima apreciamos a vista da cidade a partir de vários ângulos diferentes. Vimos o porto, vimos a cidade incluindo a Sagrada Familia e o Parc Güell. Optamos por não entrar no castelo, e só curtir a vista.

Vista de Montjuic

Vista de Montjuic

A partir dali, fomos descendo em direcão ao Museu Nacional d’Art de Catalunya (também não entramos) e descendo pela Placa de les Cascades, lindíssima!

MNAC

MNAC

Estávamos famintas e eu tinha lido em muitos lugares que uma boa pedida de comida nessa região era o Quimet & Quimet.  Descemos pela avenida Paral.lel até chegar lá, uma caminhada considerável debaixo de sol quente, e quando chegamos lá, bom, quem avisa amigo é: o local é um cubículo com umas 2 mesinhas altas e um balcão, onde come-se de pé. Era tarde, umas 3 horas; mas eu tinha lido que um tal montadito de salmão com cream cheese era algo assim, divino e resolvi fazer o pedido no balcão. Aqui tivemos nossa única experiência desagradável com o servico em geral durante toda nossa estadia. Foi-nos dito rispidamente que era tarde demais e que não tinham mais nada quase, e só tinham um desses montaditos. Nessa hora duas do nosso grupoi resolveram sair e ir comer um fast food na esquina. Eu e as outras insistimos e fizemos um pedido de algumas tapas e alguns montaditos. Tudo que nos foi servido estava muito marromenos e frio. Pra mim, não importa que “era tarde”; importa que, se o local está ABERTO, deve servir uma comida decente e atender bem os clientes. Nada que comemos ali valeu a viagem e o atendimento medíocre. Saímos dali e nos juntamos às outras no fast-food. Não recomendo!

 Cidade Antiga

A parte antiga de Barcelona – Raval, Bairro Gótico, Born – é maravilhosa. Ali é pra se andar sem pressa, se perder nas ruelinhas e experimentar várias comidinhas.

Granja no Bairro Gótico

Granja no Bairro Gótico

No dia que passamos por ali, visitamos o Museu Picasso – definitivamente obrigatório. Destaque para a série Las Meninas, obra de Diego Velazquez que Picasso recriou em 58 versões. Compre os ingressos pelo site – a fila para comprar ingressos aqui era enorme, e você não vai querer perder seu tempo numa fila!

Botero no Raval

Botero no Raval

Outra de nossas melhores experiências de tapas foi aqui no El Xampanyet. Um botequinho pequeno mas com algumas mesas (tente ir fora dos horários de pico), é bem apertadinho mas muito gostoso e confortável. Excelentes tapas, excelente atendimento e uma cava baratíssima e deliciosa! Eu diria que foi a nossa experiência gastronômica mais autêntica de toda a viagem.

Balada

Embora eu prefira dormir, tinha decidido que pelo menos uma noite ia curtir a balada com as amigas. Afinal, era Barcelona com as amigas, néam.

Infelizmente os dois locais por onde passei foram grandes erros… rs. Explico. A Sala Apolo não é pra mim. Na noite que fomos (quinta-feira, Cupcake) o público era extremamente jovem, alternativo, sujinho, além do local em si ser bem sujo. A música era anos 80-90. Nos divertimos porque estávamos juntas, mas pelamor. Nada a ver comigo.

A outra furada foi o Boca Chica, um bar phyno que me fez me sentir adolescente – o público lá era 50+ e apesar de eu obviamente não ter absolutamente nada contra pessoas acima de 50 anos, não era extamente o que eu estava procurando naquele momento de solteira-por-uma-semana.  Além disso, não curti meu cocktail.

Espero que s dicas sejam úteis. E fiquem a vontade para perguntar🙂

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Espírito Santo pro Marcel

Vista da nossa varanda no Quality

Vista da nossa varanda no Quality

O Marcel, irmão de uma amiga minha, vai com a esposa para o Espírito Santo por 10 dias e pediu dicas. A primeira é: aluguem um carro!

Fiz um roteirinho costuradinho para alguém que vem do Sul atrás de praia e calor. Marcel, espero que goste🙂

2 fases: Vila Velha e Vitória

Primeira fase: Vila Velha 

Dia 1 ao dia 7: Hospedagem na Praia da Costa.

Recomendo: Quality Suites.

Durante esses dias na Praia da Costa, visite:

Dia 1: O Convento da Penha, à tardinha, depois da praia.

Dia 2: Guarapari (praia e centrinho gostoso) ou Meaípe, com parada pra almocar no restaurante Curuca. Tire o dia inteiro para esse passeio pelas praias do sul.

Dia 3: A fábrica de chocolates Garoto de tarde, depois da praia🙂

Dia 4: O bairro da Praia da Costa é todo um charme, até a praia de Itapoã. Aproveite as padarias da rede Monte Líbano, que tem uma infinidade de delícias.

Vista da varanda do hotel

Os demais dias aproveitem pra não fazer muita coisa além de curtirem a praia maravilhosa ali na frente do hotel (ela tem menos ondas se vocês foram para o canto direito ou esquerdo. O meio da Praia da Costa pode ter ondas agitadas, eu adooooro, mas não é pra todo mundo). Confiram também a feirinha de artesanato que rola aos fins de semana, e não percam o Churrasquinho do Saddam🙂

Segunda fase: Vitória

Depois de 7 dias na Praia da Costa, hospede-se pelos últimos 3 dias na Praia do Canto, em Vitória (de preferência durante um fim de semana). O Ibis é um hotel apertadinho, mas por 3 dias só acho que compensa pela localizacão perfeita, no meio do “Triângulo das bermudas”, região onde tudo acontece em Vitória, e onde encontram-se os melhores restaurantes e baladas. Não deixe de jantar ou almocar no Pirão, restaurante MARAVIS de comida típica capixaba.

Se tiverem interesse em conhecer a serra capixaba, recomendo um passeio até Domingos Martins (a cerca de 1 hora de carro), com parada na Pousada Vista Linda na volta.

Para outras dicas – e mais atualizadas – recomendo a leitura do blog do Tiago, o riquíssimo Rotas Capixabas. Também recomendo o meu relato de 2008, espero que ainda tenha dicas aproveitáveis!

 

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Top 10 Dinamarca

Na onda dos posts “Top” de atrações turísticas de lugares pelo mundo inteiro, resolvi me redimir por nunca ter postado muito sobre a minha casa nesses últimos 10 anos, a Dinamarca. Acho que nunca me animei, porque acho que a Dinamarca é um destino que não é muito procurado pelos brasileiros, talvez por ser cara demais.

Em julho completo 10 anos aqui; em comemoracão à data, eis aqui meu Top 10!

Frederiksberg Have

Frederiksberg Have

Então se você ainda tem se perguntado o que tem pra ver/fazer na Escandinávia, esse post era o que faltava para te convencer de que há atrações para todos os gostos por aqui, sim!

Então, com vocês, minha listinha de visitas imperdíveis na Dinamarca.

 

1) Tivoli, Copenhague

O número 1 da minha lista tinha que ser o basicão. O Tivoli é um parque bem no centrão de Copenhague, que foi inaugurado em 1843 e é o segundo parque de diversões mais antigo do mundo. O primeiro? Está aqui na Dina também, é o Dyrehaven, ou “Jardim dos Animais” (tradução livre, rs).

Tivoli

Tivoli

O Tivoli merece uma visita de algumas horas, então não tenha pressa. Mesmo que os brinquedos mais radicais não façam a sua cabeça, não deixe de passear pelos jardins, lojinhas, tomar um chocolate quente e comer umas amêndoas torradas se estiver frio, ou uma Tuborg se for um dos 3 dias de calor do ano🙂

Estacão mais próxima: Copenhagen Central Station

 

2) Strøget (rua dos Pedestres) e Nyhavn (Porto Novo), Copenhague

Esse passeio pode ser combinado com o Tivoli, assim: saindo da estação central, entre direto no Tivoli, que fica bem em frente – é só atravessar a rua. Depois de rodar por ali e aproveitar o parque, saia dele pela sua entrada principal, vire à sua direita e vá pela calçada até chegar na Praça da Prefeitura (Rådhuspladsen). Atravesse a praça, tire fotos, e do já no outro lado dela, entre pela rua dos pedestres (Strøget) e siga o fluxo!

Nyhavn

Nyhavn

Pela rua dos pedestres, você vai passar por muitas lojas interessantes de roupas e design dinamarquês / escandinavo (confira a Company’s, que tem roupas e acessórios beeeem legais), sorveterias (Rajissimo!), barzinhos. Não deixe de dar uma entradinha no Illum, um shopping maravilhoso de design (e preços astronômicos), nem que seja só pra dar uma olhadinha. Também pode passar pela Torre Redonda, que fica perto do Illum, e dar uma subidinha pra admirar a vista da cidade.

Quando você chegar ao fim da rua dos pedestres (ela tem cerca de 1 km de extensão), vai estar na cara da praça chamada Kongens Nytorv, ou “a nova praça do rei”. Bem na frente dela, à sua direita, estará o magnífico prédio do teatro real. Atravesse essa praça e você estará em Nyhavn, onde poderá fazer uma boquinha em um dos seus muitos restaurantes, tomar uma cerveja, ou pegar um barquinho para fazer um tour pelos canais da cidade (eu recomendo!). Se o dia estiver bonito, aproveite o clima de alegria que irradia dos dinamarqueses que ficam por ali quarando sob o sol.

Estacão mais próxima da Strøget: Copenhagen Central Station 

Estacão mais próxima de Nyhavn: Kongens Nytorv (metro)

 

3) Den Gamle By  (A Cidade Antiga), Århus

Den Gamle By fica em Århus, na península da Jutlândia (a mais ou menos 4 horas de Copenhague). Pense em voltar no tempo – como se estivesse passeando pelo século 19, onde as pessoas caminham pelas ruelas com as roupas da época, charretes transportam pessoas e alimentos, e a arquitetura obviamente é legítima – há prédios que datam até mesmo de 1550. Na Cidade Antiga você pode comprar comidinhas ou souvenirs, além de poder aproveitar uma enorme variedade de atividades como passeio guiado e muito mais.

Den Gamle By

Den Gamle By

Para maiores informacões, clique aqui (em inglês).

Estacão mais próxima: Århus e de lá, um dos ônibus: 3A, 19, 111, 114 ou 116

 

4) Kronborg, Helsingør (Elsinore)

Helsingør (em dinamarquês) ou Elsinore (em inglês) é uma cidade super bonitinha ao norte de Copenhague, que abriga o imponente castelo de Kronborg. Quem curte literatura deve saber que segundo Shakespeare, foi aqui que Hamlet viveu e morreu. Além do castelo ser lindo e ter uma localizacão super dramática à beira-mar, a partir dele você pode ver a Suécia do outro lado do canal, a um pulinho de distância. Estando em Helsingør, você pode aproveitar um ferry boat para Helsinborg, na Suécia. O passeio leva menos de meia hora (cada trecho).

 

Kronborg

Kronborg

Estacão mais próxima: Helsingør

 

5) Louisiana, Museu de Arte Moderna, Humlebæk

Você não é muito chegado em arte ou museus? Não importa. Você precisa ir ao Louisiana! Esse museu tem uma colecão maravilhosa tanto de esculturas quanto de pinturas; tem sempre uma exposicão temporária interessante; tem uma salinha onde criancas podem se divertir criando sua própria arte; tem um restaurante MUITO bom (especialmente pelo preco!) para jantar; tem uma vista espetacular, já que fica à beira-mar; o prédio em si é um masterpiece; tem uma lojinha maravilhosa, onde você terá vontade de comprar tudo; eu poderia passar o dia escrevendo sobre esse lindo museu, mas ainda assim minhas palavras não fariam a devida justica. Não perca, simplesmente não perca.

Louisiana

Louisiana

Estacão mais próxima: Humlebæk

 

6) Glyptoteket, Copenhague

A Glyptoteket (pinacoteca) é tão obrigatória quanto o Louisiana. Vá, mesmo se você ainda acha que não curte arte. Aqui está a maior colecão de Rodin fora do Museu Rodin, em Paris. A vista da cidade, a partir do terraco do prédio, é deslumbrante.

O prédio é lindo e fica do ladinho do Tivoli.

Pinacoteca

Pinacoteca

 Estacão mais próxima: Copenhagen Central Station

 

 7) Karen Blixen Museum, Rungsted Kyst

Você nunca ouviu falar na Karen Blixen? Talvez no filme Entre Dois Amores, estrelado por Meryl Streep e Robert Redford? De toda forma, essa escritora talentosa teve uma vida excêntrica, digna de ser mostrada em um filme ganhador de Oscar e tudo, então isso já é motivo suficiente pra você visitar a casa onde ela nasceu, morreu e foi enterrada, um pouco ao norte de Copenhague.

Karen Blixen Museu

Karen Blixen Museu

Sua obra mais famosa é Out of Africa, um relato dos 17 anos em que viveu na África, um livro-diário arrebatador. Na casa há móveis e outros objetos que ela trouxe do exílio, e é possível visitar quase todos os cômodos. Uma sala exibe periodicamente um documentário sobre sua vida. Também há um pequeno café e um lindo e majestoso jardim, que abriga seu túmulo.

Uma outra obra famosa de Karen Blixen que foi transformada em filme é A Festa de Babette, uma história super sensível e imprevisível.

Você vai sair dessa casa-museu se sentindo muito mais íntimo da cultura dinamarquesa!

Estacão mais próxima: Rungsted Kyst e de lá, ônibus 388

 

8) Visit Carlsberg, Copenhague

Se você é fã de cerveja, essa visita é obrigatória. Se você não é, bom, os dinamarqueses são super orgulhosos de suas cervas, conhecidas no mundo todo, por isso encare essa visita como cultural. O centro de visitas é na antiga cervejaria, que data de 1847. Aqui você pode conhecer a história da Carlsberg e ver como a cerveja era / é produzida, e é claro, degustar vários tipos diferentes de cerveja também.

Carlsberg

Carlsberg

 Estacão mais próxima: Valby ou Enghave

9) Christiania

A “cidade-livre” da Dinamarca foi fundada em 1971, por um grupo de pessoas que invadiu uma área militar, e ainda hoje a gente se sente na década de 70 passeando por lá.

Christiania

Christiania

Conhecida por ser um local completamente sem-lei, onde maconha é vendida e consumida tranquilamente, eu já frequentei um café chamado “Opera” durante um tempo, e adorava o clima descontraído do lugar. Não tire fotos dentro da Christiania, os moradores costumam não gostar. É um lugar bem alternativo que não se considera parte da Dinamarca, e seus moradores em grande parte construiu suas casas com as próprias mãos. Super recomendo!

Estacão mais próxima: Christianshavn

10) Operahus, Copenhague

A Ópera de Copenhague é lindíssima, moderna e fica na beira de um canal. Você pode assistir a um ballet, a uma ópera ou pode simplesmente fazer uma visita guiada. Eu já fui duas vezes (uma delas pra ver o ballet magnífico O Lago dos Cisnes; a outra pra ver a ópera Les Contes d’Hoffman), e adoro! Pessoas com interesse especial em arquitetura e design vão se maravilhar.

Operahus

Operahus

 

Esse é o meu Top 10. Alguns lugares ma-ra-vis ficaram de fora da lista, como o Parque Frederiksberg (primeira foto do post) ou o Kongens Have (parque em Copenhague). Se você tiver tempo – e se estiver fazendo sol, visite um desses parques também e faca um picnic como um autêntico dinamarquês!

Se tiverem perguntas ou outras dicas, podem escrever nos comentários ou por email🙂

Em algum momento num futuro breve, quero escrever também sobre como, onde e o que comer e se hospedar na Dinamarca. Aguardem!

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